How does a mockinbird sings without a beak ?
How do you climb a mountain without a peak ?
How do you cry without no tears ?
How can you live without no fears ?
If a cristal falls, does it shatter ?
If a mother cries, does it matter ?
If a children dies, is there a reason ?
If a king falls, is it treason ?
If the government commands, do you follow ?
If a tree stump breaks, was it hollow ?
If you sharpen your blade, are you a knight ?
If the moon is high, is it night ?
I don't want a answer to my questions today
I'll stand by my ignorance, if you may.
Because its simpler to be oblivious to the world
Than to care and say another word.
quinta-feira, 30 de julho de 2009
Não me interessa.
domingo, 12 de julho de 2009
People are strange
Foda-se. Estão por todo o lado. Para onde quer que olhe, para onde quer que vá, vejo-as. As pessoas. As cenas mais estranhas que algumas vez viveram neste planeta. E a cada dia que passa, parece-me que ficam mais estranhas. Tal como alguém disse: 'Eu pensava que já tinha visto de tudo, até vir para aqui...'. Logo de manhã, assim que saio de casa deparo-me com estas estranhas criaturas. Todos os dias, as mesmas caras, as mesmas pessoas, as mesmas vivências. A única coisa que muda é o comportamento delas. Como já disse, a cada dia que passa ficam mais estranhas, mais superfulas, mais previsíveis. Quando pensamos que nunca na vida alguém faria uma coisa tão absurda, que ninguém ousaria sequer em pensar fazê-la, há alguém que a faz - da maneira mais estranha possível. E ainda dizem que eu sou estranho.
'While you laugh at me because I'm different, I laugh at you because you all look the same.'
'While you laugh at me because I'm different, I laugh at you because you all look the same.'
sexta-feira, 10 de julho de 2009
Por enquanto
Dois lábios como as dunas arenosas de uma tarde de verão, olhos recônditos de passividade ou indiferença, tardia chama que iluminou o caminho, os cabelos de seda-marfim.
O fim não é, algo a temer, pois nada se perde, tudo se transforma. Mas fui eu o transformado. Doce derrota da amarga tristeza, colapso de memórias e fragmentos inocentes do passado.
Um deus pessoal, uma benesse divina. O meu eu, a minha vida. Tudo o que queria, e tudo o que tenho. Devotadamente, o caminho pedregoso percorrido sem medo e as dúvidas mortas do que é chama, ou apenas miragem.
Baboseiras, diria. Que se finde tudo, bem está a lua com o sol, e a vida com a morte, paixão com ódio. Já nem importa o "quê" na solidão, o "quem" na companhia. Preso, ser de obediência, escravo de aurora boreal, súbdito de emoção.
Erros, não mais que recordações de suaves traços ébrios de paixão. Perdição, onde estás, não há destino! Cheguei.
O que é isto? Paródias adolescentes de uma mente perdida, um carvão na fogueira, um corpo em descanso, finalmente.
O fim não é, algo a temer, pois nada se perde, tudo se transforma. Mas fui eu o transformado. Doce derrota da amarga tristeza, colapso de memórias e fragmentos inocentes do passado.
Um deus pessoal, uma benesse divina. O meu eu, a minha vida. Tudo o que queria, e tudo o que tenho. Devotadamente, o caminho pedregoso percorrido sem medo e as dúvidas mortas do que é chama, ou apenas miragem.
Baboseiras, diria. Que se finde tudo, bem está a lua com o sol, e a vida com a morte, paixão com ódio. Já nem importa o "quê" na solidão, o "quem" na companhia. Preso, ser de obediência, escravo de aurora boreal, súbdito de emoção.
Erros, não mais que recordações de suaves traços ébrios de paixão. Perdição, onde estás, não há destino! Cheguei.
O que é isto? Paródias adolescentes de uma mente perdida, um carvão na fogueira, um corpo em descanso, finalmente.
Subscrever:
Comentários (Atom)
