Tu,
Austera divindade, protector silencioso.
Com tuas palavras me matas, e com as mesmas me salvas.
Com teu chicote me vergas, com tua mão me ergues.
Tu,
Meu Demiurgo, do meu sangue criador.
Com teu olhar me fulminas, me prostras perante as chamas
Que é o Inferno de tentar atingir, e não conseguir.
Os teus objectivos ...
Tu,
Auto-proclamado Senhor, Ditador eleito pela Vida.
Que me amas, e que me odeias.
Que me vês em ti, e que te distancias do teu mesmo reflexo.
Que te envergonhas do barro onde me moldaste,
Tal desperdicio.
...
Pai,
Principio e fim, o mais puro alfa e omega,
Do imaginar e do tentar, do querer alcançar
Mas nunca atingir.
Que queres de mim ? Porque me empurras ?
Com todo o amor, me atiças com o mais quente ferro
Para o sucesso que me desejas.
Mas será assim que o consigo ?
quinta-feira, 22 de julho de 2010
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