Chegas ao bar à noite, com vontade de beber
Mas reparas que não tens dinheiro para pagar.
Sabes logo que só há, uma coisa a fazer
E essa coisa é, a simplicidade do cravar.
É a revolução dos cravas
Dizias tu que ma pagavas.
É a revolução dos cravas
Dizias tu que ma pagavas.
Sem cheta no bolso
Parece que tem um buraco.
Saltas de moço em moço
Parecendo um macaco.
Estes são os galhos da tua vida
Onde tens de te pendurar.
Quando a situação está fodida
A qual deves tu cravar ?
É a revolução dos cravas
Dizias tu que mas pagavas.
É a revolução dos cravas
Dizias tu que mas pagavas!
E é durante a noite
Que um cigarro queres fumar
Pregas a um amigo um leve açoite
A nicotina a ressacar.
Ele olha-te com cansaço
Manda-te logo foder
Mas saca sempre do maço
Mais um cigarro a perder.
É a revolução dos cravas
Dizias tu que ma pagavas.
É a revolução dos cravas
Dizias tu que ma pagavas!
Tu sabes que é assim
Pagas a tua e a dos outros
E é que mesmo no fim
Todos eles não são poucos.
Sabes lá tu o que eles fazem
Com o dinheiro pra comer.
Quando as médias se abrem
Vêm logo a correr.
É a revolução dos cravas
Dizias tu que ma pagavas.
É a revolução dos cravas
Dizias tu que ma pagavas!
A fuga é impossivel
A esta onda de cravanço!
Tu só sabes que é incrivel
Fazerem de ti um corno manso.
É a revolução dos cravas,
Dizias tu que a pagavas.
Cada uma que lhes pagas
É menos uma que mamavas.
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009
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